sexta-feira, 28 de maio de 2010

Não quero...

Não quero o meu nome em uma avenida, ser uma praça com banquinhos em um bairro, um museu, uma ponte, um ginásio, um busto na universidade, um quadro de parede, um pôster em quarto de adolescente, uma figurinha de álbum ou sair direto do túnel do tempo.
Não quero me demorar na memória de ninguém e não desejo um lugar só para mim. Receber plaquinha de prata também não é o meu caso.

O “tudo” que preciso é ter meu nome no livro da vida. Andar de vestes brancas. Estar convidada para as bodas do cordeiro. Ouvir Jesus dizer: Vinde benditos do meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. Porque tive fome, e me destes de comer; era forasteiro, e me hospedastes; estava nu, e me vestistes; enfermo, e me visitastes; preso, e fostes ver-me.

Mateus 25:34

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