segunda-feira, 5 de julho de 2010

Sepultura invisível!

Jesus sabia ser controverso quando queria. Penso que Ele até provocava oportunidades para falar verdades que estavam sendo esquecidas e negligenciadas. Como um excelente judeu, Jesus, com certeza ao entrar na casa do fariseu e tomar lugar a mesa sem lavar-se sabia que causaria espanto.

“Ao falar Jesus estas palavras, um fariseu o convidou para ir comer com ele; então, entrando, tomou lugar à mesa. O fariseu, porém, admirou-se ao ver que Jesus não se lavara primeiro, antes de comer.”
Lucas 11:37-38

Jesus era o convidado daquela casa, mas agiu como se a casa fosse sua, pois não mediu palavras para falar o seguinte: “Ai de vós (fariseus) que sois como sepulturas invisíveis, sobre as quais os homens passam sem o saber!” Lucas 11:44

Particularmente não teria coragem de falar assim, mas este é o nosso Senhor Jesus. Ele podia!

A metáfora “sepulturas invisíveis” realmente foi pesada, mas merecida. Quantas vezes já sonhamos em dizer umas verdades e nos calamos? Jesus tinha autoridade de vida para falar, pois era irrepreensível.

Santo! Santo! Santo!


Os fariseus gostavam de reconhecimento público mais do que o devido. Amavam os primeiros lugares nas sinagogas e se importavam apenas com as aparências externas. Não cuidavam do coração. Escondiam-se atrás da religiosidade extrema e do legalismo. Desprezavam a justiça e o amor de Deus.

Hoje, não é diferente dentro da Igreja. Sejamos honestos!


O cristão “sepultura invisível” é aquele que vive todo errado e dá o dízimo certo. Ninguém imagina que ele leva uma vida dupla, pois a sua aparência é impecável.

Misericórdia! Misericórdia! Misericórdia!

2 comentários:

  1. Bispa Gisela, que palavras mais profundas.
    Preciso cuidar de mim mesma, para não me tornar um sepulcro caiado, que faz boas obras mas que não tem o coração reto diante de Deus.
    Essa postagem me serviu de alerta, obrigado em nome de Jesus!

    http://princesas-de-deus.blogspot.com/

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  2. Todos os dias me sinto levada a cruz de Jesus Cristo para que o meu Eu diminua e o Senhor me constranja.

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