sexta-feira, 24 de junho de 2011

Pipa ao Vento

Eu me esqueço em lugares, em cafés, brisando em favor do meu tempo.
Sem soluções. Sem pressas. Sem relógios. Apenas, absorta em pensamentos.
Vou olhando sem ver nada. Percebendo tudo!

São tantas, as vozes, ao meu redor, que no borburinho deixo-me ir como pipa ao vento.
De repente, me acho de volta. Lembro de onde vim.

É a minha alma que gosta de flutuar, mas vou andando.
Eu preciso de mim!

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