segunda-feira, 11 de março de 2013

Não se pode combater o mal legalizando-o. As drogas matam!

Tem gente que defende a legalização das drogas e da sua devida cobrança de impostos. "Não se combate um mal legalizando-o". Não podemos fazer de traficantes homens de bem, empresários bem-sucedidos. Não podemos aceitar impostos com sangue, dor, desespero e morte. O mundo não precisa de mais impostos sendo mal usados. O caos social, familiar, educacional, emocional e espiritual não precisa de inimigos públicos legalizados e amparados por constituições, agindo formalmente.

Nossos filhos, jovens e adolescentes que mal discernem a mão direita da esquerda não precisam de encontrar mais facilidades para suas rebeldias que lhe custarão o futuro. Drogas matam! Drogas não são fontes limpas de coragem ou criatividade! Drogas interrompem a inteligência e o amor!

Defender politicamente a legalização das drogas é ser a favor, formalmente, da destruição das próximas gerações. É empurrar os mais fracos para o abismo. É defender interesses econômicos sujos. A solução não está em ceder covardemente aos maus, mas resistir bravamente e defender o que é certo e verdadeiro.

"Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e doce amargo! Ai dos que são sábios a seus próprios olhos, e prudentes diante de si mesmos!" Isaías 5:20/21

O que uma pessoa drogada pode fazer com seu futuro? O que ela fará por seu país? Na verdade, ela trará prejuízo e destruição. Um abismo chama outro abismo! O drogado se torna um peso morto.

Pensamentos obtusos, rebeldes, inconsequentes, egoístas, mercenários, desalmados e profanos estão fazendo a cabeça de muita gente que se acha inteligente e posicionada, mas que na verdade, em sua finitude e pequenez, não sabe que nada sabe. 

Arrogância precede a ruína!

"Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem ou mal." 2 Corin 5:10








Um comentário:

  1. Assino em baixo. Além de tudo isso, das relações de impostos, ainda existem pseudo-intelectuais que falam que como a maior parte da população carcerária no Brasil é composta por traficantes, devemos rever as políticas anti-drogas. Não tem cabimento esse tipo de comentário, NÃO SE COMBATE O MAL COM MAL!

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