segunda-feira, 1 de abril de 2013

Deus disse: Haja luz! Nós continuamos criando caos. Até quando?


As palavras de Jesus, as boas Novas, são simples. A humanidade, destituída da glória de Deus, é complicada. A vida era para ser vivida em um Jardim, no Éden, delícias, mas estamos existindo no suor do nosso rosto. Na força da carne, breve e finita.

A verdade é absoluta. O homem é cheio de suas subjetividades.
Deus é a certeza, nós criamos as questões.
Buscamos a razão de tudo que vemos no visível, mas as respostas estão no invisível da vida.

Queremos muito da vida, mas sem fé atenciosa para com aquele quem é o verdadeiro Deus Vivo e em sua eternidade. Criamos caos diversos, depois de Deus ter feito separação entre a luz e as trevas.

O caminho é santo, justo e bom, mas os atalhos da corrupção são portais para o prazer imediato, sem compromissos e sem assinaturas. O dom gratuito de Deus é a vida eterna, mas o salário do pecado que é a morte seduz nossos sentidos, em nossos ouvidos.

Podemos dizer não, mas vivemos um sim no mundo. Amamos cada vez mais as coisas e usamos na mesma proporção às pessoas. A sabedoria Divina grita nas encruzilhadas e nós só queremos escutar o som das vozes dos nossos semelhantes.

Quando o bem se aproxima nossos olhos já não vêem. Olhamos para dentro dos nossos recursos, poucos, e desesperamos por que não sabemos esperar. Aprendemos a desesperar.

Gastamos o que temos em produtos que não podem satisfazer nossas almas. Não sabemos beber de graça da água da vida e o nosso saquitel está furado.
Falamos muito do que nada sabemos, ao certo.

A vida é mais para cima, nos altos pensamentos de Deus, inescrutáveis, insondáveis e maravilhosos. Chegamos com culpas e anseios. Cansados e sobrecarregados. Tudo que ele, Jesus, disse, certa vez, foi: Vinde a mim os que estão estressados, neste estado de miséria de um vazio existencial. Aprendei comigo e a vossa alma viverá. Sou manso e humilde de coração. Eu vos aliviarei!

-Eu disse sim, meu Senhor. Leva-me em tuas mãos pelas veredas da justiça. Faz de mim um vaso novo. Eu quero ser como o barro nas mãos de um oleiro. Perdoa minhas perversidades. Converte-me e serei convertido. Desde então, meu nome está no livro da Vida. O Senhor é o meu pastor e nada mais me faltará!

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